Cartão e senha são segredos — quem copia vira você. A rostopay trocou segredo por presença: só o seu rosto vivo, no seu aparelho, autoriza um Pix e movimenta seu dinheiro. Não há nada para roubar, porque nada sai de você.
Quatro camadas de segurança rodam em menos de um segundo — tudo no seu aparelho, nada nos nossos servidores. Veja a sequência acontecer.
Não é uma foto do seu rosto — é uma assinatura viva: seis sinais fundidos em uma identidade criptográfica irreversível.
IA generativa já clona seu rosto e sua voz — e já engana bancos que dependem de selfies e videochamadas. É exatamente por isso que a rostopay não confia em imagem.
Deepfake não tem pulso. Tela não tem profundidade. Vídeo injetado não tem câmera atestada. Nosso motor de prova de vida exige os três — fluxo sanguíneo rPPG real, estrutura 3D verdadeira e captura atestada por hardware — sinais que nenhum modelo generativo consegue fabricar através de uma lente.
Cada barreira multiplica a anterior. Para fraudar um pagamento na rostopay, um golpista teria que vencer as cinco ao mesmo tempo — inclusive estar fisicamente com o seu aparelho sendo você, vivo. Essa probabilidade combinada equivale a uma em cem milhões.
Não verificamos fotos. Verificamos pessoas vivas. A diferença está em cada linha abaixo.
Seu template criptografado é dividido para que ninguém — nem o fabricante do seu aparelho, nem a Sieve, nem a própria rostopay — consiga reconstruí-lo sozinho. Só o seu rosto vivo reúne a matemática, para um pagamento, uma vez.
Relatórios SOC 2, mapeamento de conformidade e o panorama jurídico completo.
Pix biométrico, checkout sem cartão e pagamento por reconhecimento facial.